Karina Frota, gerente do CIN, aborda crescimento das exportações de rochas ornamentais do Ceará em coluna no jornal O POVO
Em sua coluna no jornal O POVO desta semana, a presidente do Conselho de Relações Internacionais da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC) e gerente do Centro Internacional de Negócios (CIN) da FIEC, Karina Frota, aborda o crescimento do setor de rochas ornamentais no Ceará. O Estado já ocupa a terceira posição entre os maiores exportadores brasileiros do segmento e conta com mais de 70 empresas atuando na pesquisa e extração de rochas. No artigo, Karina destaca a qualidade e a diversidade das pedras cearenses, além da crescente presença do produto em mercados estratégicos como Itália, China e Estados Unidos.
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"Tesouro" em solo cearense
São mais de 70 empresas que atuam presentemente na pesquisa e extração de rochas ornamentais no Estado - número cinco vezes maior do que o registrado há dez anos
As exportações de rochas ornamentais do Ceará seguem com números relevantes e cada vez mais expressivos. O setor se consolida como um dos mais dinâmicos da pauta exportadora do Estado, com ganhos muito importantes e presença crescente em mercados estratégicos.
Com esse desempenho, o Ceará passou a ocupar a terceira posição entre os estados brasileiros que mais exportam rochas ornamentais, atrás apenas do Espírito Santo e de Minas Gerais.
São mais de 70 empresas que atuam presentemente na pesquisa e extração de rochas ornamentais no Estado - número cinco vezes maior do que o registrado há dez anos, o que evidencia a força e o amadurecimento do segmento na economia cearense.
O Ceará é destaque na exportação de rochas ornamentais, principalmente das rochas que são ricas em sílica. Além disso, o Estado tem pedras naturais com produção exclusiva, pedras consideradas exóticas e com grande diferencial competitivo.
O Ceará também produz a rocha mais “cobiçada” do mundo, o Quartzito Taj Mahal.
O resultado reflete a valorização do material no mercado internacional, bem como a ampliação da demanda e da capacidade produtiva.
Mercados de destino
Em relação aos principais mercados de destino, a expansão das exportações cearenses foi impulsionada por três grandes mercados: Itália, China e Estados Unidos.
A valorização global dos materiais naturais e o reconhecimento da qualidade das rochas cearenses devem sustentar o ritmo de crescimento ao longo do ano, consolidando o Estado como fornecedor competitivo no mercado internacional de revestimentos.
O desempenho apresenta o reconhecimento internacional da qualidade das rochas cearenses. Os quartzitos produzidos aqui destacam-se pela excelência, durabilidade e capacidade de inovação em design.
Os números confirmam um movimento consistente de fortalecimento da base exportadora do setor mineral cearense. O avanço decorre da combinação entre maior valor agregado, diversificação da pauta e ampliação dos mercados de destino - fatores que elevam a competitividade do Ceará no cenário global.
Essa alta performance ainda traduz a convergência entre oferta competitiva, qualidade do material e demanda internacional aquecida, especialmente nos segmentos de arquitetura, design e construção.
Com presença crescente em produtos de maior valor agregado as rochas do Ceará reforçam a imagem do Estado como fornecedor de materiais nobres e diferenciados, ampliando seu protagonismo no comércio exterior brasileiro.
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