Presidente da FIEC recebe representantes da FAB e Sinduscon para debater fortalecimento do setor da construção civil de Fortaleza
O presidente da Federação das Indústrias do Estado do Ceará, Ricardo Cavalcante, recebeu nesta segunda-feira (18/05), na Casa da Indústria, representantes da Força Aérea Brasileira, liderados pelo Comandante da Aeronáutica, Tenente-Brigadeiro do Ar Marcelo Kanitz Damasceno, para uma reunião com representantes do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Ceará (Sinduscon Ceará). O encontro teve como objetivo fortalecer o diálogo institucional em torno de pautas relacionadas ao desenvolvimento urbano e ao crescimento do setor da construção civil de Fortaleza.
Durante a reunião, foram apresentadas pelo Sindicato demandas relacionadas às restrições impostas pelo cone aéreo nas áreas próximas ao Aeroporto de Fortaleza, especialmente em regiões consideradas vetores naturais de expansão da cidade. A pauta foi conduzida pelo vice-presidente da Área Imobiliária do Sinduscon Ceará, Clausens Roberto de Almeida Duarte, que defendeu a necessidade de aprofundamento dos estudos técnicos sobre o tema.
Também participaram do encontro o Tenente-Brigadeiro do Ar Walcyr Josué de Castilho Araújo, chefe do Estado-Maior da Aeronáutica; o Major-Brigadeiro do Ar Alexander Santopietro de Sousa, chefe do Subdepartamento de Administração do Departamento de Ciência e Tecnologia da Aeronáutica; e o Coronel Aviador Tony Gleydson Barbosa Costa, comandante da Base Aérea de Fortaleza.
Segundo Clausens Roberto de Almeida Duarte, o encontro permitiu ampliar o diálogo entre o setor produtivo e a Aeronáutica em torno de soluções que conciliem segurança operacional e desenvolvimento urbano.
“O encontro com o presidente Ricardo foi extremamente proveitoso. Ele nos proporcionou conversar com o comandante da Força Aérea, acompanhado de oficiais de alta patente, como o comandante da Base Aérea de Fortaleza. Apresentamos o nosso pleito acerca do cone aéreo, que, nas laterais do aeroporto, hoje está impedindo um adensamento de regiões importantes aqui da cidade de Fortaleza, regiões essas que são vetores naturais de crescimento. Estão impedindo esse crescimento, justamente, por conta dessa trava técnica. Fizemos, há vários anos, estudos técnicos comparando com outros casos semelhantes no Nordeste, como Recife, e verificamos que, na capital pernambucana, há condições mais favoráveis do que as nossas. Então apresentamos isso aqui, foi muito bem recebido pelo comandante. Ficaram de analisar e entenderam, foram sensíveis ao nosso pleito, em função do desenvolvimento socioeconômico da cidade de Fortaleza e, obviamente, se comprometeram a fazer o devido estudo, sempre salvaguardando a questão da segurança aérea, mas entendendo a importância dessa flexibilização em função do crescimento da cidade. Agradecemos pela oportunidade”, afirmou.

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