FIEC, Prefeitura de Maranguape e Transnordestina discutem estratégias para desenvolvimento industrial do município em torno da ferrovia
O Presidente da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC), Ricardo Cavalcante, recebeu, nesta quarta-feira (11/02), na Casa da Indústria, o Prefeito de Maranguape, Átila Câmara, e Diretor-presidente da Transnordestina Logística (TLSA), Ismael Trinks, para discutir estratégias de desenvolvimento industrial no município, com a operação da ferrovia. O encontro também foi acompanhado por Alex Trevisan, Diretor Comercial e de Terminais da TLSA, e Paulo Neto, Secretário de Governo de Maranguape.
A cidade de Maranguape contará com um dos seis terminais de carga já mapeados da ferrovia, que atravessará, ao todo, 53 municípios brasileiros, ligando Eliseu Martins, no Piauí, ao Porto do Pecém, no Ceará. De acordo com o Ministério dos Transportes, dos mais de 1.200 quilômetros de extensão da Transnordestina, 608 estão em solo cearense, o que deve beneficiar 28 cidades. Em janeiro deste ano, foi realizada a segunda fase de testes operacionais da estrutura.
“A Transnordestina é uma obra essencial para o futuro industrial do Ceará. Ela criará condições para a atração de novos investimentos e irá fortalecer as cadeias produtivas já instaladas. Por isso, o diálogo entre a FIEC, a Transnordestina Logística e o município de Maranguape é fundamental para alinhar estratégias e garantir que o desenvolvimento econômico gerado pela ferrovia se transforme em benefícios para a indústria e à população”, afirmou o Presidente da FIEC.
Para o município de Maranguape, a expectativa em torno do empreendimento é alta, ressalta Átila Câmara. Segundo ele, a gestão, juntamente à TLSA, atua neste momento para modernizar legislações, garantindo desburocratização e acesso à informação.
“A Transnordestina vai ser uma oportunidade muito grande no desenvolvimento industrial e de desenvolvimento de negócios no Ceará. Por onde a ferrovia passar, com certeza vai trazer muita prosperidade. A FIEC, nesse sentido, é fundamental para nortear e prospectar novos negócios e desenvolver também os que já estão aqui. Esperamos fazer com que Maranguape tenha um que ano importante desde o desenvolvimento industrial”, disse Câmara.
Segundo Ismael Trinks, a participação da FIEC no processo tem papel central na mobilização de empresas e oportunidades para as regiões por onde a Transnordestina deve passar.
“A Transnordestina é um indutor de produção, indutor de indústrias, e a gente verifica a possibilidade de ter um crescimento industrial muito forte, que é totalmente sinérgico com a ferrovia. A FIEC pode nos auxiliar a trazer novas indústrias para o Ceará e mostrar o que a ferrovia consegue trazer de benefícios, diminuindo o custo de insumo e melhorando a logística”, destacou.
(85) 4009.6300