Apoiado pelo SESI Ceará, atleta é medalhista em torneio mundial de kickboxing nos Emirados Árabes
Gléferson Gurgel, o “GG”, professor e atleta cearense de kickboxing trouxe para casa uma medalha com sabor especial: o bronze conquistado em sua primeira competição internacional, o Campeonato Mundial de Kickboxing WAKO 2025, realizado em novembro de 2025, em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes. Apoiado pelo SESI Ceará, ele competiu na categoria Kick Light 74kg - Master.
“O GG é um exemplo que reforça ainda mais toda a preocupação da gestão do Presidente da FIEC, Ricardo Cavalcante, por meio do SESI e do SENAI, em apoiar atletas, porque enxergamos fortemente que o esporte educa e tem uma missão social que interfere, além do bem-estar e da saúde, na redução da criminalidade, transformando vidas”, comentou o Superintendente do SESI Ceará e Diretor Regional do SENAI Ceará, Paulo André Holanda.
Aos 42 anos de idade, GG treina kickboxing há duas décadas. Hoje, faixa preta 1º Dan na arte marcial, é também professor. Natural de Fortaleza, o atleta já foi aluno do SESI Parangaba. Hoje, volta a se conectar com a instituição, por meio das artes marciais.
“
Graças a Deus, conheci pessoas maravilhosas como o Isaac - que é meu aluno. Ele me apresentou ao Paulo André Holanda e, assim, chegou ao Presidente Ricardo Cavalcante. Isso nos deu a oportunidade de representar o Brasil e o Ceará da melhor forma possível. Isso [a conquista da medalha] já é um grande marco para o kickboxing, tanto o cearense como o brasileiro”, comenta ele.
O Isaac a quem o atleta se refere é Isaac Bley, presidente do Sindicato das Indústrias da Alimentação e Rações Balanceadas no Estado do Ceará (Sindialimentos-CE). Como empresário e também praticante de esportes, Bley reforça a importância do apoio ao esporte como incentivo e inspiração a várias gerações de talentos.
“Eu fui atleta, ao longo da minha vida, e tenho um carinho pela questão do esporte. O GG é uma pessoa com diversas ações sociais, que muda a vida de outras pessoas através do esporte - muitas vezes, retirando jovens das drogas. Para nós, é muito positivo trazê-lo ao SESI, pois é uma instituição que trabalha a educação e o esporte e consegue apoiar um atleta para participar de um campeonato mundial. Isso se torna uma inspiração para jovens de 12, 15 anos, que vêem o próprio mestre participando de uma competição no Oriente Médio”, comenta Isaac.

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