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Governo do Estado do Ceará atende sugestão do Sindfrio para fazer monitoramento diários de pescados no litoral cearense

30/10/2019 - 17h10

O Sindicato das Indústrias de Frio e Pesca no Estado do Ceará (Sindfrio), filiado à Federação das Indústrias do Estado do Ceará, reuniu-se na manhã desta quarta-feira (30/10) com o Secretário-chefe da Casa Civil do Governo do Ceará, Élcio Batista, para discutir a validade da Instrução Normativa Nº 52, publicada no Diário Oficial da União na última segunda-feira (28/10), pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, que estabelece um período adicional de proibição à atividade pesqueira no litoral do nordeste. O Ceará é impactado pela medida, que foi tomada em decorrência do derramamento de óleo que atinge o litoral. Também participaram do encontro representantes da Secretaria de Desenvolvimento Agrário; Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Trabalho; da Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Ceará (Adagri); e da Unidade de Pesca e Aquicultura da Superintendência do Ministério de Agricultura no Estado do Ceará.

Durante o encontro, por sugestão do Sindfrio, o Governo do Estado comprometeu-se a abrir um programa de amostragem para monitoramento de uma eventual contaminação dos pescados. "Estamos extremamente tranquilos com relação aos nossos produtos, mas uma análise séria feita pelo Governo do Estado servirá para tranquilizar a população sobre este assunto", explica Cadu Villaça, representante do Sindifrio no Coletivo Nacional da Pesca e Aquicultura (Conepe). Vale lembrar que as indústrias já realizam esse monitoramento, seja de produtos para consumo local ou internacional, uma vez que esta análise faz parte dos protocolos aos quais o setor está submetido.

Na última sexta-feira (25/10), o Sindicato divulgou um manifesto sobre o assunto, pontuando as razões pelas quais os pescados beneficiados nas indústrias cearenses permanecem adequados para consumo. Confira na íntegra AQUI.

Ainda sobre a Instrução Normativa, o Sindfrio alerta também para a imprudência de antecipar o período de defeso das lagostas e camarões. "Há um motivo para o defeso acontecer no período em que ele acontece, que é a fase em que essas espécies estão em reprodução. A natureza permanece a mesma e precisa ser protegida. Se necessário, o Governo deverá criar alguma medida extraordinária que atenda a essa triste situação", afirma Oziná Lima Costa, diretor do Sindfrio. Em tratativas mantidas com representantes do setor pesqueiro, o Governo Federal se comprometeu em rever a Normativa e desenvolver um instrumento legal alternativo ao Seguro Defeso como forma de assistência social e ajuda aos afetados pelo evento.

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