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Colaboradores do Sistema FIEC são incentivados à prática de atividades físicas

06/01/2016 - 14h01

Em 2015, o Programa de Qualidade de Vida do Sistema FIEC, uma iniciativa da Gerência de Recursos Humanos (GERHU) / Gerência Administrativa-Financeira (GEDAF), teve o importante apoio da equipe do Núcleo de Qualidade de Vida (NQV) do SESI/CE para cumprir um dos objetivos do Programa no segundo semestre do ano: incentivar a prática de hábitos saudáveis entre os colaboradores, proporcionando oportunidades para sair de uma vida sedentária e praticar exercícios físicos, através principalmente da participação em corridas de rua promovidas na capital cearense.

Através do programa, os colaboradores do Sistema participaram de quatro grandes corridas: do Circuito de Corridas Caixa, da Caixa Econômica Federal (CEF) e da 2ª Corrida Dias de Souza, da Construtora Dias de Souza, realizadas em agosto/2015; e do 2º Encontro das Assessorias Esportivas, da RR Soluções em Eventos/Diário do Nordeste e da Corrida “Correndo dos Impostos”/Associação dos Jovens Empresários, ambas promovidas em setembro último. Ao total, foram disponibilizadas gratuitamente 680 inscrições aos colaboradores, para as provas de corridas de 5 km, 10 km e 15 km.

Para a gerente do SESI/NQV e também corredora Kassandra Moraes, é uma satisfação ver que a corrida consegue atrair cada vez mais participantes. "Sinto que a corrida faz muito bem, tanto por dar mais disposição como pelos momentos de descontração ao lado de amigos. Fico muito feliz em ver a corrida contagiar novos adeptos, pois sei o quanto contribui para adoção de um estilo de vida mais saudável e prazeroso", explica. Ela começou a correr em 2007 “por brincadeira”, para acompanhar irmãos e marido. As corridas acabaram se tornando um ótimo motivo para interação social. Kassandra já completou 5 meias maratonas e garante que não se preocupa com o ritmo: "Prefiro o devagar e sempre", sentencia.

A colaboradora e educadora física Patrícia Passos, analista do NQV/SESI Maracanaú, destaca-se com sua força de vontade. Ela começou esporadicamente a prática da corrida há 15 anos. Hoje colocou o esporte como prioridade e, mesmo com a rotina agitada, encontra soluções para manter o treinamento em dia: volta correndo do trabalho (no SESI Maracanaú) para casa, localizada na Maraponga duas vezes por semana. Ela tem dois filhos, afazeres domésticos, e encontrou na volta do trabalho para casa o único momento para praticar exercício físico. "Combinei com minha sogra que às terças e quintas ela buscaria minha filha na creche para que eu pudesse voltar correndo. Nesses dias, trago minha mochila com tudo que preciso. É um momento só meu de pura liberação de endorfina!”, sorri, complementando que está bem mais disposta. “Emagreci e melhorei minha auto-estima".

Já Dayanne Lopes, analista da Gerência Executiva Administrativa-Financeira (GEDAF), e Oirta Vasconcelos, gerente do SENAI Parangaba, também fazem parte do grupo de corredores que acreditam que suas vidas mudaram para melhor depois da disciplina e compromisso com hábitos saudáveis.

Dayanne começou a correr pelo incentivo do Programa de Qualidade de Vida no Sistema FIEC. Sua primeira corrida foi ainda no I Encontro das Assessorias, em 2014. “Antes dormia até umas 9 horas da manhã no domingo. Hoje, até mesmo meu marido se surpreende quando acordo às 5 horas da manhã para correr. Tenho agora um melhor condicionamento físico, melhorei minhas crises de enxaqueca e ainda eliminei alguns quilinhos", comemora.

IDADE x ESPORTES
A gerente Oirta Vasconcelos pratica exercício físico desde a adolescência e garante ter disposição, bem estar e o corpo respondendo bem aos estímulos, acima da média para a sua faixa etária. Ela dá, inclusive, algumas dicas para quem quer começar a praticar corrida de rua e não sabe por onde começar: “Procure um profissional para fazer uma avaliação da capacidade física, que o habilite a correr sem danos para a saúde. Se puder, contrate uma assessoria esportiva, que elabore os treinos de acordo com sua capacidade. Caminhar ou correr com um bom par de tênis é essencial. No fim, acredito que o importante não é competir, e sim participar. Após esses cuidados, o exercício só tende a trazer benefícios, como a redução do percentual de gordura, dos níveis de colesterol, e previne doenças cardiovasculares”, avalia.

Com 50 anos, o jornalista Luís Henrique Campos, colaborador da Gerência de Comunicações (GECOM) do Sistema FIEC, acredita que idade não é impedimento para a prática de esportes e que o seu desafio é superar seu ritmo – ele corre cerca de 6km, três vezes por semana, no calçadão próximo ao Hiper Bom Preço da Av. Bezerra de Menezes, em Fortaleza/CE. Adepto dos esportes coletivos ainda na escola e faculdade, Luis Henrique sempre caminhou (apesar de não ter uma regularidade e objetivos determinados de treinamento) e, nos dois últimos anos, vem praticando pilates duas vezes por semana, para fortalecimento da musculatura por conta de um problema no joelho. Correr não estava nos planos até o primeiro semestre de 2015.

“Apesar de caminhar sempre e começar a correr pequenas distâncias, não acreditava que chegaria a concluir nem 5 km. Tanto que não me inscrevi nas primeiras provas que o Programa de Qualidade de Vida do Sistema FIEC ofereceu, como a do Circuito Caixa. Só resolvi participar em setembro, da Corrida “Correndo dos Impostos”. Corri mais do que esperava, concluindo a prova dos 5 km em pouco mais de 30 minutos”. A partir daí, Luis Henrique não quis mais parar de correr. Tanto que fora as corridas apoiadas pelo Programa do Sistema FIEC, ele também participa de outras provas de rua realizadas aos domingos, na capital cearense. “Além da qualidade de vida, da disposição, a corrida me ofereceu a oportunidade de conhecer melhor a minha própria cidade. Fui beneficiado também pelo pilates, que foi um 'up', um divisor de águas, e que realmente complementa a prática da corrida, me dando mais ainda força, determinação, foco e objetivo”, avalia.

Como meta, Luis quer correr distâncias cada vez maiores, a ponto de concluir meia ou maratonas inteiras. “No futuro, acredito que vou precisar do apoio de uma assessoria esportiva. Já aposentado, tenho como objetivo fazer trilhas”, diz.

 

      

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